IMPACTO EMOCIONAL X IMPACTO FINANCEIRO: OS DOIS LADOS DA PERDA

O futuro é sempre imprevisível. Não dá para saber quando algo de bom vai acontecer, da mesma forma que não é possível saber quando algo ruim tomará lugar. Isso faz com que seja impossível evitar algumas situações, como um falecimento..

Quando uma pessoa se vai, ela deixa para trás pessoas que amou e que a amam. Isso gera consequências emocionais profundas, mas é necessário lembrar-se de que há, também, o impacto financeiro a ser levado em conta.

Conheça as duas esferas da perda e entenda melhor o que pode ser feito a respeito.

O que é o impacto emocional?
A forma como a sociedade ocidental moderna encara o fim de uma vida e a sensação de separação gera impactos emocionais muito fortes.

Cada pessoa responde de uma forma a essa situação, mas o mais comum é que o luto tome conta de quem perde alguém. Ele aparece em várias fases e também de diferentes formas.

Há quem se torne apático ou deprimido, quem use essa perda como motivação para algo mais e quem entre em negação. Mesmo quem finge não se importar com a partida está sendo impactado emocionalmente.

É impossível saber o tempo de duração desses efeitos, mas é fato que, após perder alguém muito querido, a pessoa sofre um abalo duradouro e que modifica, dali para frente, como ela vai ser e agir.

O que é o impacto financeiro?
Embora o emocional seja muito mais forte, há outro ponto que nem sempre é levado em consideração: o financeiro.

Quando um parente deixa a família, quem fica precisa resolver uma série de questões. É necessário seguir diversas etapas após o falecimento e muitas delas custam dinheiro. Sepultar ou cremar alguém exige um pagamento específico, assim como comprar uma urna funerária ou fazer a liberação de certos documentos.

Em um momento que já é difícil emocionalmente, a família pode se ver em uma situação ainda mais complicada diante da necessidade de cobrir despesas não previstas. Dependendo do caso, a falta de preparação é completa e o rombo no orçamento é muito preocupante.

Há como evitar essas situações?
Não há como evitar a morte. Por mais que você tente se preparar, não dá para impedir por completo o impacto emocional. As pessoas vão ficar tristes, sentirão saudade e vão ter que lidar com o processo de perda.

Porém, um contratempo que é possível evitar é o financeiro. Com um planejamento e uma boa tomada de decisão, dá para deixar sua família totalmente amparada.

O seguro de vida, por exemplo, garante o recebimento do valor contratado em uma ocasião tão difícil. Especialmente quando a sua verba for a renda principal, trata-se de uma forma de prevenir a família contra possíveis apertos financeiros.

Também é possível realizar um planejamento funerário. Ao pensar no assunto com calma e estudar possibilidades, você pode adquirir um plano mensal com valores que se encaixam perfeitamente em seu orçamento.

Quando chegar a hora, a família não precisará arcar com os custos e, consequentemente, não sofrerá complicações financeiras.

Embora não seja possível evitar a dor de quem tem que se despedir de quem ama, há formas de reduzir e mesmo de eliminar o impacto financeiro. Com cuidado e planejamento, dá para garantir que sua família não fique desamparada no momento em que mais precisam.
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